Quando pensamos em agronegócio, é comum imaginar solo, água, sementes e tecnologia. Mas existe um elemento que muitas vezes passa despercebido e está presente em diversas etapas da produção: o plástico.
De forma cada vez mais estratégica, o material vem sendo utilizado para tornar a agricultura mais eficiente, produtiva e conectada às necessidades do presente.
Muito além do que se vê
O uso do plástico no campo vai muito além do que aparece à primeira vista. Ele está presente em aplicações como:
Essas soluções contribuem para reduzir perdas, otimizar recursos e aumentar a produtividade, especialmente em cenários que exigem adaptação constante, como variações climáticas e demandas por maior eficiência.
Produtividade com equilíbrio
A inovação no campo deve estar conectada ao cuidado com o ambiente, como destaca o pesquisador Fabrício Rossi, da Universidade de São Paulo, no episódio da série Histórias que Inspiram. Para ele, a tecnologia pode caminhar junto com a agroecologia, potencializando resultados sem perder de vista a saúde do solo e o equilíbrio dos sistemas naturais.
Nesse contexto, a plasticultura surge como uma aliada importante. Ao integrar o uso do plástico com práticas sustentáveis, é possível produzir mais, reduzir perdas e gerar benefícios para toda a cadeia, do produtor ao consumidor.
Assista ao episódio completo:
Histórias que Inspiram | Ep. 6 - Plasticultura e Agroecologia
Durabilidade, reciclabilidade e circularidade
Um dos pontos centrais do uso do plástico no agronegócio está na sua capacidade de evoluir junto com as demandas da sociedade.
Hoje, já existem soluções desenvolvidas para:
Isso significa que, quando bem aplicado e corretamente destinado após o uso, o plástico pode fazer parte de um ciclo mais responsável e eficiente, contribuindo para uma agricultura cada vez mais sustentável.
Plasticultura na prática
O conceito de plasticultura reúne diferentes aplicações do plástico no campo, sempre com foco em melhorar o desempenho das atividades agrícolas.
Na prática, isso se traduz em:
Uma combinação que mostra como inovação e conhecimento pode transformar realidades no campo.
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Para entender melhor como essas soluções são aplicadas no dia a dia, o Movimento Plástico Transforma elaborou o e-book "Inovação sustentável no campo", com conteúdo que explora o tema de forma acessível e prática.
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Um olhar que transforma
O plástico está presente no agronegócio de formas que nem sempre percebemos. E é justamente esse olhar mais atento que permite entender como o material pode contribuir para soluções mais eficientes, produtivas e alinhadas com os desafios do presente.
Porque, no campo, assim como em outros setores, o conhecimento também transforma.
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A reciclagem mecânica de resíduos plásticos tem colaborado com o aumento de empregos ou renda extra. Além disso, tem transformado o modo de vida de muitos, educando sobre a importância de repensar o consumo e reaproveitar resíduos.
Este estudo teve como objetivo apresentar - e esclarecer - todo o contexto que envolve o processo, bem como suas grandes contribuições para o país e colaboradores do setor.
Outra inovação é a manufatura de próteses mecânicas em impressoras 3D com biopolímeros (produzidos a partir de fontes renováveis, como a cana-de-açúcar, a beterraba, o milho e outras espécies). No caso da mão mecânica, a matéria-prima é o PLA – poliácido láctico constituído por moléculas de ácido láctico –, um ácido orgânico de origem biológica que é obtido a partir do amido do milho e da beterraba.
O volume de plásticos pós-consumo reciclados no Brasil teve um crescimento de 10%, em relação a 2018.
Foram 838 mil toneladas !
Confira outros números abaixo:
17,9 MIL EMPREGOS foram gerados na indústria de reciclagem mecânica.
As vagas foram ofertadas por empresas e cooperativas de reciclagem , que têm grande importância social, contribuindo com a geração de renda e, cada vez mais, com o desenvolvimento de colaboradores que garantem o sustento de suas famílias.
695 EMPRESAS EM OPERAÇÃO , dessas 82,5% das recicladoras entre Sul e Sudeste.
Com mais oportunidades de crescimento, a sustentabilidade e a economia seguem de mãos dadas estimulando novas ações e iniciativas sustentáveis por todo o país.
R$ 2,5 BILHÕES em faturamento bruto
Você sabia?
56,5% dos resíduos reciclados são PET!
De onde vem e para onde vai:
Quem imagina que a maior parte dos resíduos vem de empresas vai ficar surpreso ao descobrir, que mais da metade dos resíduos vem dos lares. Por esse motivo, nós, do Movimento Plástico Transforma, estimulamos a prática dos 4 Rs da Sustentabilidade.
Um deles é: REPENSE o seu consumo.
• 52,5% do plástico reciclado vem do uso doméstico
• 28% resíduo pós-industrial
• 19,5% pós-consumo não doméstico
O Sudeste se destaca como a região que mais consome os materiais plásticos reciclados e as 838 mil toneladas se dividem da seguinte forma:
• 55,5% Sudeste (464 mil t)
• 27% Sul (226 mil t)
• 11,3% Nordeste (95 mil t)
• 4,8% Centro-Oeste (40 mil t)
• 1,4% Norte (12 mil t)
O estudo apontou que ainda há uma porcentagem de perda no processo de reciclagem, em decorrência da contaminação no momento da triagem, adesivos ou sujeira orgânica, além de cores indesejadas. 135 mil toneladas foram identificadas no período.
Agora, queremos saber: você separa os seus resíduos adequadamente?
Contribua com o processo de reciclagem e seja um agente dessa transformação! 😉 ♻ ️
Existem lixeiras para cada tipo de material, indicadas por cores conforme abaixo. Mas, para facilitar em casa, você pode ter 2 lixeiras: uma para orgânicos e a outra para recicláveis.
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