Neste ano de 2018, além de superestrelas, gols, cartões vermelhos, pênaltis e torcidas apaixonadas, os fãs de futebol verão muita tecnologia em campo. E o plástico desempenha um papel muito importante em toda essa inovação.
Proteção
Caneleiras são uma das poucas peças de proteção que os jogadores podem usar no campo de futebol. Eles antigamente contavam com pares extras de meias, caneleiras com ripas de madeira ou nada, mas hoje proteções plásticas fazem parte do jogo. A última inovação? Protetores de plástico que incorporam células de ar para ajudar a proteger as pernas dos jogadores do impacto de bolas que atingem velocidades de quase 100 km/h.
Equipamentos
Os plásticos modernos transformaram uniformes e luvas de futebol. Jogadores e árbitros usam uniformes duráveis, resistentes a rasgos e desbotamento e que, muitas vezes, são feitos de poliéster, uma fibra de plástico.
A equipe do Brasil e muitas outras usam camisas feitas de garrafas plásticas recicladas - e os torcedores também podem comprar essas camisetas. Imagine os goleiros tentando bloquear uma bola de chute de pênalti sem as luvas que permitem melhor aderência na bola, mesmo quando molhada e escorregadia. As palmas das luvas podem ser preenchidas com espuma de látex, que ajuda a absorver o impacto da bola para que o goleiro possa defender o gol.
Chuteiras
Sem chuteiras, mesmo o melhor jogador teria dificuldade de manter a tração no campo. Chuteiras de base plástica são resistentes à água, duráveis e fáceis de limpar e cuidar. E as de alta tecnologia de hoje em dia são feitas de combinações de plástico avançadas que podem ajudar a melhorar o desempenho, reduzindo drasticamente o peso. Inspiradas em calçados de corrida de ciclismo, a parte superior em microfibra de plástico ultraleve das chuteiras é presa a uma sola de plástico fina, eliminando a palmilha rígida e pesada de outras similares.
Bola
Até a bola de futebol é de alta tecnologia - e de plástico. Feita de espuma plástica, também tem cobertura de plástico, que proporciona amortecimento e durabilidade excepcionais, para ajudar os jogadores a obter o máximo controle.
Campo
Palco do campeonato deste ano, a Rússia foi pioneira na grama sintética para futebol e será a primeira vez na história que partidas do Mundial masculino serão disputadas em gramado artificial. O Luhzniki foi o primeiro estádio a ter autorização da FIFA para a instalação de grama sintética para futebol. O campo macio e durável permite jogar durante todo o ano, mesmo em condições meteorológicas desfavoráveis. O gramado sintético mais comum utilizado no futebol internacional é uma mistura de fibras de plástico semelhantes à relva. Esse gramado de plástico economiza água e requer menos manutenção do que a grama natural. Também reduz o escoamento de irrigação e elimina resíduos verdes, como recortes de grama.
Gol
A rede do gol costuma ser construída com polipropileno de alta resistência, semelhante à corda de alpinismo, que é extremamente forte e dura muito tempo.
Economia de energia
Produtos de construção civil e isolamento de plástico economizam uma enorme quantidade de energia. Já pensou quanta energia é necessária para abastecer estádios de futebol, principalmente para aquecimento e resfriamento? Os produtos de construção de plástico - desde o isolamento com espuma a calafetadores/vedantes e tubos em PEX (polietileno reticulado) - ajudam a economizar muito no uso de energia.
Estádios
A torcida assiste aos jogos confortavelmente em cadeiras plásticas e os estádios também contam com coberturas de alta tecnologia. Devido à leveza, transparência e versatilidade, o plástico policarbonato é o material ideal para aplicações em tetos solares de estádios. A estabilidade e o alto nível de resistência a impacto das camadas de policarbonato, junto ao seu peso relativamente baixo, garantem maior segurança e praticidade ao produto. Outro benefício é que ambos os lados das placas oferecem proteção contra os raios UV e permitem também alta incidência de luz no campo. Além disso, protegem os espectadores e os jogadores das adversidades climáticas.
Chegou a hora do barulho!
Dois mil e dez foi o ano da "vuvuzela" - uma haste de plástico que ficou muito popular entre os fãs de futebol. Originalmente feita a partir do chifre de antílope kudu, as versões de plástico de hoje tornaram-se um emblema de jogos de Copas do Mundo.
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