O plástico é resistente, versátil e foi desenvolvido para acompanhar a rotina das pessoas por muito tempo. E é justamente essa qualidade que o torna um aliado importante da economia circular.
Porque, quanto mais vezes um mesmo item é utilizado, menor é a necessidade de produzir novos.
Garrafas reutilizáveis, potes, óculos, brinquedos, utensílios domésticos e tantos outros objetos do dia a dia foram pensados para durar. Eles não são descartáveis e são feitos para permanecer em uso, cumprir sua função repetidas vezes e gerar menos demanda por novos recursos.
Essa lógica muda a forma como enxergamos o material. Porque durabilidade e reuso caminham juntos e, quando bem aproveitados, resultam em menos descarte e mais eficiência no uso dos recursos já existentes.
E quando esse item realmente chega ao fim da sua vida útil? É aí que entra o descarte correto.
Ao ser encaminhado para a reciclagem, o plástico pode retornar à cadeia produtiva e ganhar uma nova vida em forma de novos produtos, fechando o ciclo da economia circular na prática.
Usar bem. Usar por mais tempo. Descartar corretamente e reciclar depois. É nessa sequência simples que a transformação acontece no dia a dia.
Entenda por que esse símbolo é fundamental para que o material retorne à cadeia produtiva.
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Levantamento do Movimento Plástico Transforma aponta crescimento de 7% no uso de resíduo reciclado pelo setor, reforçando o avanço da economia circular no país
2 de março de 2026 Ler postagem
Quando falamos sobre plástico, uma das características mais importantes desse material costuma passar despercebida: a durabilidade.
2 de março de 2026 Ler postagem
Mais do que um objeto comum, a cadeira de plástico virou símbolo cultural e nos convida a olhar para o plástico no cotidiano com mais atenção, contexto e consciência.
27 de fevereiro de 2026 Ler postagem
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25 de fevereiro de 2026 Ler postagem
Iniciativas de coleta seletiva, reutilização de materiais e economia circular avançam nas grandes festas, geram renda e reduzem resíduos.
12 de fevereiro de 2026 Ler postagemMais que grandes números, a pesquisa de reciclagem, realizada pela MaxiQuim, aponta mudanças significativas na sociedade a partir de um trabalho realizado a muitas mãos.
A reciclagem mecânica de resíduos plásticos tem colaborado com o aumento de empregos ou renda extra. Além disso, tem transformado o modo de vida de muitos, educando sobre a importância de repensar o consumo e reaproveitar resíduos.
Este estudo teve como objetivo apresentar - e esclarecer - todo o contexto que envolve o processo, bem como suas grandes contribuições para o país e colaboradores do setor.
Outra inovação é a manufatura de próteses mecânicas em impressoras 3D com biopolímeros (produzidos a partir de fontes renováveis, como a cana-de-açúcar, a beterraba, o milho e outras espécies). No caso da mão mecânica, a matéria-prima é o PLA – poliácido láctico constituído por moléculas de ácido láctico –, um ácido orgânico de origem biológica que é obtido a partir do amido do milho e da beterraba.
O volume de plásticos pós-consumo reciclados no Brasil teve um crescimento de 10%, em relação a 2018.
Foram 838 mil toneladas !
Confira outros números abaixo:
17,9 MIL EMPREGOS foram gerados na indústria de reciclagem mecânica.
As vagas foram ofertadas por empresas e cooperativas de reciclagem , que têm grande importância social, contribuindo com a geração de renda e, cada vez mais, com o desenvolvimento de colaboradores que garantem o sustento de suas famílias.
695 EMPRESAS EM OPERAÇÃO , dessas 82,5% das recicladoras entre Sul e Sudeste.
Com mais oportunidades de crescimento, a sustentabilidade e a economia seguem de mãos dadas estimulando novas ações e iniciativas sustentáveis por todo o país.
R$ 2,5 BILHÕES em faturamento bruto
Você sabia?
56,5% dos resíduos reciclados são PET!
De onde vem e para onde vai:
Quem imagina que a maior parte dos resíduos vem de empresas vai ficar surpreso ao descobrir, que mais da metade dos resíduos vem dos lares. Por esse motivo, nós, do Movimento Plástico Transforma, estimulamos a prática dos 4 Rs da Sustentabilidade.
Um deles é: REPENSE o seu consumo.
• 52,5% do plástico reciclado vem do uso doméstico
• 28% resíduo pós-industrial
• 19,5% pós-consumo não doméstico
O Sudeste se destaca como a região que mais consome os materiais plásticos reciclados e as 838 mil toneladas se dividem da seguinte forma:
• 55,5% Sudeste (464 mil t)
• 27% Sul (226 mil t)
• 11,3% Nordeste (95 mil t)
• 4,8% Centro-Oeste (40 mil t)
• 1,4% Norte (12 mil t)
O estudo apontou que ainda há uma porcentagem de perda no processo de reciclagem, em decorrência da contaminação no momento da triagem, adesivos ou sujeira orgânica, além de cores indesejadas. 135 mil toneladas foram identificadas no período.
Agora, queremos saber: você separa os seus resíduos adequadamente?
Contribua com o processo de reciclagem e seja um agente dessa transformação! 😉 ♻ ️
Existem lixeiras para cada tipo de material, indicadas por cores conforme abaixo. Mas, para facilitar em casa, você pode ter 2 lixeiras: uma para orgânicos e a outra para recicláveis.
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