Nos últimos dias, um objeto simples passou a ocupar espaço em conversas culturais, redes sociais e referências visuais: a cadeira de plástico.
Presente em nossas casas, calçadas, festas de bairro e reuniões de família, ela sempre esteve ali, discreta, funcional e acessível. Talvez por isso tenha chamado tanta atenção quando passou a aparecer associada a uma estética que resgata elementos do cotidiano latino-americano. De repente, algo tão comum virou símbolo de identificação, memória e pertencimento.
A cadeira de plástico atravessa gerações e fronteiras justamente porque atende a necessidades reais. É leve, resistente, fácil de empilhar e acessível. Mas ela é apenas um exemplo entre tantos outros objetos que fazem parte da nossa rotina e que, muitas vezes, nem percebemos como sendo feitos de plástico.
Móveis, lixeiras e soluções urbanas, garrafas reutilizáveis, aplicações no agro, revestimentos de móveis, embalagens e inúmeras soluções do dia a dia mostram como esse material está integrado à vida prática das pessoas.
As aplicações também mudam conforme o contexto. Cada região, cultura e necessidade encontra formas diferentes de usar o plástico. Mudamos o CEP e mudam os usos, os formatos e as soluções, sempre acompanhando hábitos, clima, economia e estilo de vida.
Quando olhamos mais de perto, fica claro que o plástico não é apenas uma matéria-prima. Ele se transforma em possibilidades. E é justamente por isso que a conversa precisa ir além do objeto em si.
O verdadeiro debate está na forma como usamos, reutilizamos e descartamos. A funcionalidade e a presença no cotidiano caminham lado a lado com a responsabilidade. Quanto maior o entendimento sobre o plástico, mais conscientes podem ser as escolhas.
Talvez seja esse o principal convite que uma corriqueira cadeira de plástico faz hoje: olhar para o que já faz parte da nossa rotina com mais atenção.
Da saúde à mobilidade, da tecnologia à proteção, o plástico está presente em diferentes momentos do cotidiano, mostrando que o material vai muito além do que normalmente se vê.
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15 de abril de 2026 Ler postagemMais que grandes números, a pesquisa de reciclagem, realizada pela MaxiQuim, aponta mudanças significativas na sociedade a partir de um trabalho realizado a muitas mãos.
A reciclagem mecânica de resíduos plásticos tem colaborado com o aumento de empregos ou renda extra. Além disso, tem transformado o modo de vida de muitos, educando sobre a importância de repensar o consumo e reaproveitar resíduos.
Este estudo teve como objetivo apresentar - e esclarecer - todo o contexto que envolve o processo, bem como suas grandes contribuições para o país e colaboradores do setor.
Outra inovação é a manufatura de próteses mecânicas em impressoras 3D com biopolímeros (produzidos a partir de fontes renováveis, como a cana-de-açúcar, a beterraba, o milho e outras espécies). No caso da mão mecânica, a matéria-prima é o PLA – poliácido láctico constituído por moléculas de ácido láctico –, um ácido orgânico de origem biológica que é obtido a partir do amido do milho e da beterraba.
O volume de plásticos pós-consumo reciclados no Brasil teve um crescimento de 10%, em relação a 2018.
Foram 838 mil toneladas !
Confira outros números abaixo:
17,9 MIL EMPREGOS foram gerados na indústria de reciclagem mecânica.
As vagas foram ofertadas por empresas e cooperativas de reciclagem , que têm grande importância social, contribuindo com a geração de renda e, cada vez mais, com o desenvolvimento de colaboradores que garantem o sustento de suas famílias.
695 EMPRESAS EM OPERAÇÃO , dessas 82,5% das recicladoras entre Sul e Sudeste.
Com mais oportunidades de crescimento, a sustentabilidade e a economia seguem de mãos dadas estimulando novas ações e iniciativas sustentáveis por todo o país.
R$ 2,5 BILHÕES em faturamento bruto
Você sabia?
56,5% dos resíduos reciclados são PET!
De onde vem e para onde vai:
Quem imagina que a maior parte dos resíduos vem de empresas vai ficar surpreso ao descobrir, que mais da metade dos resíduos vem dos lares. Por esse motivo, nós, do Movimento Plástico Transforma, estimulamos a prática dos 4 Rs da Sustentabilidade.
Um deles é: REPENSE o seu consumo.
• 52,5% do plástico reciclado vem do uso doméstico
• 28% resíduo pós-industrial
• 19,5% pós-consumo não doméstico
O Sudeste se destaca como a região que mais consome os materiais plásticos reciclados e as 838 mil toneladas se dividem da seguinte forma:
• 55,5% Sudeste (464 mil t)
• 27% Sul (226 mil t)
• 11,3% Nordeste (95 mil t)
• 4,8% Centro-Oeste (40 mil t)
• 1,4% Norte (12 mil t)
O estudo apontou que ainda há uma porcentagem de perda no processo de reciclagem, em decorrência da contaminação no momento da triagem, adesivos ou sujeira orgânica, além de cores indesejadas. 135 mil toneladas foram identificadas no período.
Agora, queremos saber: você separa os seus resíduos adequadamente?
Contribua com o processo de reciclagem e seja um agente dessa transformação! 😉 ♻ ️
Existem lixeiras para cada tipo de material, indicadas por cores conforme abaixo. Mas, para facilitar em casa, você pode ter 2 lixeiras: uma para orgânicos e a outra para recicláveis.
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