A indústria eletroeletrônica segue em expansão no Brasil, impulsionada pela demanda por produtos mais sofisticados, tecnológicos e eficientes. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o setor encerrou 2025 com faturamento de R$ 270,8 bilhões, crescimento real de 4% em relação a 2024, já descontada a inflação.
Esse movimento também se reflete na escolha de matérias-primas mais alinhadas à economia circular e à sustentabilidade. Segundo o estudo "Monitoramento dos Índices de Reciclagem Mecânica de Plásticos Pós-consumo no Brasil", encomendado pelo Movimento Plástico Transforma e realizado pela MaxiQuim, o setor de eletrodomésticos e eletroeletrônicos consumiu 54 mil toneladas de resinas recicladas pós-consumo (PCR) em 2024. O resultado evidencia a utilização crescente do plástico reciclado na fabricação de produtos eficientes, duráveis e com menor impacto ambiental.
"O avanço no uso de resinas recicladas pós-consumo reforça como a indústria de eletrodomésticos vem evoluindo em direção à economia circular. Além de reduzir o impacto ambiental, amplia as possibilidades de aplicação do plástico reciclado em produtos duráveis, como já temos feito em diferentes linhas da Electrolux. Ao incorporar esses materiais e antecipar exigências regulatórias, fortalecemos nosso compromisso com a conformidade e com nossas metas ESG, afirma João Zeni, diretor de Sustentabilidade da Electrolux.
Entre as principais aplicações, o poliestireno (PS) reciclado respondeu por mais de 13 mil toneladas, utilizado em peças internas e externas de reposição, o que representa mais de 50% do uso dessa resina no segmento. O polipropileno (PP) reciclado também aparece com destaque, especialmente em componentes eletrônicos de reposição e carcaças, somando mais 27 mil toneladas.
"Os dados mostram que o plástico reciclado pós-consumo vem ganhando espaço em setores estratégicos da economia, como o de eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Além de contribuir para a redução do impacto ambiental, o uso de PCR fortalece a economia circular, estimula a inovação na indústria e demonstra que sustentabilidade e desempenho podem caminhar juntos na produção de bens duráveis", afirma Simone Carvalho, integrante do grupo técnico do Movimento Plástico Transforma.
Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma tem como objetivo promover conteúdo e ações educativas que demonstram que o plástico, aliado à tecnologia, à criatividade e à responsabilidade, traz inúmeras possibilidades para os mais diferentes segmentos. Além do site , em que é possível encontrar conceitos importantes sobre aplicações, reutilização, descarte correto e reciclagem do plástico, o Movimento é responsável por diversas ações voltadas à sociedade que juntas já impactaram milhares pessoas. A iniciativa é uma ação do PICPlast - Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem. Para mais informações acesse as redes sociais: Facebook , Instagram , LinkedIn e YouTube .
INFORMAÇÕES À IMPRENSA Virta Comunicação Corporativa Fernanda Arantes - fernanda.arantes@grupovirta.com.br - (11) 99167-8791 Mariana França - mariana.franca@grupovirta.com.br - (11) 95370-5943 Aurélio Guerra- aurelio.guerra@grupovirta.com.br - (11) 94804-6144
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A reciclagem mecânica de resíduos plásticos tem colaborado com o aumento de empregos ou renda extra. Além disso, tem transformado o modo de vida de muitos, educando sobre a importância de repensar o consumo e reaproveitar resíduos.
Este estudo teve como objetivo apresentar - e esclarecer - todo o contexto que envolve o processo, bem como suas grandes contribuições para o país e colaboradores do setor.
Outra inovação é a manufatura de próteses mecânicas em impressoras 3D com biopolímeros (produzidos a partir de fontes renováveis, como a cana-de-açúcar, a beterraba, o milho e outras espécies). No caso da mão mecânica, a matéria-prima é o PLA – poliácido láctico constituído por moléculas de ácido láctico –, um ácido orgânico de origem biológica que é obtido a partir do amido do milho e da beterraba.
O volume de plásticos pós-consumo reciclados no Brasil teve um crescimento de 10%, em relação a 2018.
Foram 838 mil toneladas !
Confira outros números abaixo:
17,9 MIL EMPREGOS foram gerados na indústria de reciclagem mecânica.
As vagas foram ofertadas por empresas e cooperativas de reciclagem , que têm grande importância social, contribuindo com a geração de renda e, cada vez mais, com o desenvolvimento de colaboradores que garantem o sustento de suas famílias.
695 EMPRESAS EM OPERAÇÃO , dessas 82,5% das recicladoras entre Sul e Sudeste.
Com mais oportunidades de crescimento, a sustentabilidade e a economia seguem de mãos dadas estimulando novas ações e iniciativas sustentáveis por todo o país.
R$ 2,5 BILHÕES em faturamento bruto
Você sabia?
56,5% dos resíduos reciclados são PET!
De onde vem e para onde vai:
Quem imagina que a maior parte dos resíduos vem de empresas vai ficar surpreso ao descobrir, que mais da metade dos resíduos vem dos lares. Por esse motivo, nós, do Movimento Plástico Transforma, estimulamos a prática dos 4 Rs da Sustentabilidade.
Um deles é: REPENSE o seu consumo.
• 52,5% do plástico reciclado vem do uso doméstico
• 28% resíduo pós-industrial
• 19,5% pós-consumo não doméstico
O Sudeste se destaca como a região que mais consome os materiais plásticos reciclados e as 838 mil toneladas se dividem da seguinte forma:
• 55,5% Sudeste (464 mil t)
• 27% Sul (226 mil t)
• 11,3% Nordeste (95 mil t)
• 4,8% Centro-Oeste (40 mil t)
• 1,4% Norte (12 mil t)
O estudo apontou que ainda há uma porcentagem de perda no processo de reciclagem, em decorrência da contaminação no momento da triagem, adesivos ou sujeira orgânica, além de cores indesejadas. 135 mil toneladas foram identificadas no período.
Agora, queremos saber: você separa os seus resíduos adequadamente?
Contribua com o processo de reciclagem e seja um agente dessa transformação! 😉 ♻ ️
Existem lixeiras para cada tipo de material, indicadas por cores conforme abaixo. Mas, para facilitar em casa, você pode ter 2 lixeiras: uma para orgânicos e a outra para recicláveis.
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